O esgar era trejeito linguístico que a mão tremia para que o olho tivesse a sensibilidade que a mensagem carregava; veias eram anelídeos cujas costas sacudiam uma pele que quebrava de idade, azul de tristeza lacrimejando na folha manchada; não era assim que ele esperava escrever - defunto -, mas também não olharia a meios para finalizar uma estrofe; preso a uma promessa que lhe devorava as entranhas, penas eram um sofrimento antecipado que esvoaçava todas as manhãs no olimpo. Prometera-lhe a dedicatória num livro escrito a sangue...