Era cadavérico o sentimento que erguia com os troncos, outrora braços de punhais afiados, prontos para a matança dos seus semelhantes; orgulho, celebrado com fitas virgens de cores fleumáticas lançadas em tons de festança, derretido com pus das feridas insaráveis, estendido à lua uivante, apagando ondas de um mar tornado lago sedento do sal de lágrimas secas...
Era força a fraqueza que esgrimia entre veios de erros semeados tremulamente, adubados com desencontros, crescidos em monólogos partilhados e colhidos por diálogos que ecoam um sentimento cadavérico erguido pelos troncos, outrora braços de punhais afiados...
Sem comentários:
Enviar um comentário