Em convalescença estava o poema, pendurado ao sol, chocalhado pela brisa, expelido de negrume que lhe dava peso; lido ao nascer e entendido ao por de um sol no pulpito da razão, cujos raios são óculos de luz, pintando os olhos de verdade, de uma qualquer verdade, nem sempre única. esta é a noite em que o poema se ergue e, no esplendor da sua beleza retórica, tem a forma que cada um quer...
Sem comentários:
Enviar um comentário