sábado, 25 de julho de 2015

Alibaba revisitado

Ora ele, gozado por nao ser real tal alibaba expurgado de um conto passado a ferro pela suspeitosa razão, deleitava-se com o vácuo deixado pela indução, metaforicamente estendendo as pernas, embrulhando-as como presente aos passos que daria caso Ricardo o escrevesse, apontando os cotovelos ao azul celeste, alvo meritório das musas de puritanismos envergonhados, e suportando a cabeça com as tartarugas mãos. Antípoda da vontade, erguia-se a inércia, relegando a primeira a vales amargurados, secos há muito pelo excesso caudal, cuja fonte, que outrora lacrimejara, e depois sarara...

Sem comentários:

Enviar um comentário