À noite os prédios são animais. Arregaçam os passeios malhados, esticam pescoços à lua, saudando-a com uivantes palavras. Erguem hospedeiros nos sonhos partilhados, conspiram para que no acordar memórias falhem. Assim somos nós, testemunhas silenciosas, andando à boleia da criatividade de gigantes...
Sem comentários:
Enviar um comentário